A fitoterapia é em parte herança que os índios nos legaram. Deles recebemos a maioria dos nomes das plantas e suas utilidades e ainda utilizam suas experiências
na farmacopeia rústica.
Das divisões didáticas que propomos para a Medicina Empírica, sem dúvida a Fitoterapia é a mais largamente empregada, é mesmo a parte mais importante da farmacopéia folclórica. Ela está também presente na medicina mágica, bem como na religiosa.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
No candomblé há maior presença de negros, poucos brancos e praticamente nula a de índios. Já no toré, tal não se dá, índios, brancos e negros buscam a cura, todos têm suas doenças e a fitoterapia estêve presente na arqueocivilização africana, ameríndia e européia.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
Na medicina popular brasileira posteriormente apareceu a influência negra, destacando-se entre as plantas o uso da maconha, do azeite dendê e uma lista grande de comidas curativas e alimentares outras: quiabo, gerimum (abóboras e morangas), o xuxu (que faz baixar a pressão arterial) azeite dendê, nós de cola e o caterê ou galinha de Angola.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.