{"tema_id":"23","string":"Fitoterapia","created":"2024-11-12 07:59:19","code":null,"notes":[{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"A fitoterapia \u00e9 em parte heran\u00e7a que os \u00edndios nos\u00a0legaram. Deles recebemos a maioria dos nomes das plantas e suas utilidades e ainda utilizam suas experi\u00eancias\nna farmacopeia r\u00fastica.\n\n\nARA\u00daJO, A. M. Medicina r\u00fastica. 2. ed. ed. S\u00e3o Paulo: Editora Nacional, 1977.\n "},{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"Das diviso\u0303es did\u00e1ticas que propomos para a Medicina Emp\u00edrica, sem d\u00favida a Fitoterapia \u00e9 a mais largamente empregada, \u00e9 mesmo a parte mais importante da farmacop\u00e9ia folcl\u00f3rica. Ela est\u00e1 tamb\u00e9m presente na medicina m\u00e1gica, bem como na religiosa.\nARA\u00daJO, A. M.\u00a0Medicina R\u00fastica. 1a\u00a0ed. S\u00e3o Paulo: Editora Nacional, 1961. Dispon\u00edvel em:\u00a0http:\/\/brasilianadigital.com.br\/obras\/medicina-rustica. "},{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"No candombl\u00e9 h\u00e1 maior presen\u00e7a de negros, poucos brancos e praticamente nula a de \u00edndios. J\u00e1 no tor\u00e9, tal na\u0303o se d\u00e1, \u00edndios, brancos e negros buscam a cura, todos t\u00eam suas doen\u00e7as e a fitoterapia est\u00eave presente na arqueociviliza\u00e7a\u0303o africana, amer\u00edndia e europ\u00e9ia.\nARA\u00daJO, A. M.\u00a0Medicina R\u00fastica. 1a\u00a0ed. S\u00e3o Paulo: Editora Nacional, 1961. Dispon\u00edvel em:\u00a0http:\/\/brasilianadigital.com.br\/obras\/medicina-rustica. "},{"@type":"Nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt-BR","@value":"\nSILVA, Leonardo Lucchetti Caetano da. Saberes, Ci\u00eancias e Plantas Medicinais: uma abordagem multidiscilplinar. Rio de Janeiro, RJ: Instituto de Tecnologia em F\u00e1rmacos, 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.far.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Livro_Saberes-Ciencias-e-Plantas-Medicinais.pdf.\n "},{"@type":"Nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt-BR","@value":"\nRIBEIRO, Berta G. Artes de curar e outras artes dos \u00edndios. Revista do Brasil, Cole\u00e7\u00e3o Nicolai. v. ano 2, n. 4, p. 62\u201373, 1985. .\n "},{"@type":"Nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt-BR","@value":"\n\nARA\u00daJO, A. M.\u00a0Medicina R\u00fastica. 1a\u00a0ed. S\u00e3o Paulo: Editora Nacional, 1961. Dispon\u00edvel em:\u00a0http:\/\/brasilianadigital.com.br\/obras\/medicina-rustica.\n "},{"@type":"Nota de exemplo","@lang":"pt-BR","@value":"Na medicina popular brasileira posteriormente apareceu a influ\u00eancia negra, destacando-se entre as plantas o uso da maconha, do azeite dend\u00ea e uma lista grande de comidas curativas e alimentares outras: quiabo, gerimum (ab\u00f3boras e morangas), o xuxu (que faz baixar a pressa\u0303o arterial) azeite dend\u00ea, n\u00f3s de cola e o cater\u00ea ou galinha de Angola.\nARA\u00daJO, A. M.\u00a0Medicina R\u00fastica. 1a\u00a0ed. S\u00e3o Paulo: Editora Nacional, 1961. Dispon\u00edvel em:\u00a0http:\/\/brasilianadigital.com.br\/obras\/medicina-rustica. "}]}