<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">Defumação Medicinal</dc:title><dc:identifier>https://etnovocab.jbrj.gov.br/vocab/skos/72</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Grupo de discussão em Estruturas e Padrões de Dados para Etnobotânica - [EtnoData]</dc:publisher><dcterms:created>2025-01-07 17:32:43</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://etnovocab.jbrj.gov.br/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Controlado em Etnobotânica</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>[...] a fumigação não podemos dizer seja de origem brasílica, pois a prática da defumação é também encontrada entre os africanos e mesmo entre os brancos. Afinal, queimar incenso é defumar. Os europeus certamente aprenderam com os indus, pois êstes queimavam ervas olorosas ou estêrco com a finalidade de afastar os espíritos, afinal, limpar o ambiente para propiciar melhor momento de religiosidade é o que se visa nos templos católicos, tendas ou terreiros, quando se queima incenso ou alecrim e jurema.</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>A magia da defumação não é estranha a nenhuma das raças que buscam o candomblé [...]</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>A prática da defumação tem no toré o significado exclusivamente medicinal, não tem caráter religioso, nem de cerimonial coletivo. No toré a defumação é individual.</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Enquanto no ritual católico romano ou dos cultos hindus, é dos turíbulos ou vasos turícremos dos quais evola a fumaça, no toré, a defumação é a continuação do próprio hálito, a fumaça vem do sôpro do defumador através do cachimbo.</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:source xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:source></metadata>