<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">Benzedura</dc:title><dc:identifier>https://etnovocab.jbrj.gov.br/vocab/skos/60</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Grupo de discussão em Estruturas e Padrões de Dados para Etnobotânica - [EtnoData]</dc:publisher><dcterms:created>2024-11-14 16:35:48</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://etnovocab.jbrj.gov.br/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Controlado em Etnobotânica</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>A benzedura só é feita por oficiais especializados, assim teremos o Curador de Cobras (especialista), o Curador e o benzedor (clínica geral).</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>[...] Uma diferença marcante entre benzeduras e simpatias [...] as primeiras não podem ser feitas por "leigos'', e o benzedor não as ensina, a não ser em dias especiais, para um "iniciando": isto é, quando o benzedor pressente sua morte, na Sexta-feira Santa, dia 25 de março, dia dos Mortos ou dia de Natal. Caso ensine noutras épocas, perderá a fôrça para realizá-las. Ficará "quebrado". Ao passo que as simpatias podem ser ensinadas a qualquer momento e não implica na perda de fôrças.</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>A benzedura não deixa de ser no fundo uma psicoterapia. </p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Os benzimentos não são feitos somente para os sêres humanos, os animais têm também a felicidade de recebêlos. Para benzer animais, em geral, só homens são encontrados para tal serviço.</p>
<p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:description> <dc:source xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>ARAÚJO, A. M. <strong>Medicina Rústica</strong>. 1<sup>a</sup> ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: <a href="http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica" target="_blank" rel="noopener">http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica</a>.</p> ]]> </dc:source></metadata>