O curandeiro não ensina as suas rezas, a não ser em casos especiais [...] O benzedor às vêzes ensina; pela repetição não muito velada nas casas de família, outros poderão aprendê-las. É o benzedor o maior disseminador do ensino de simpatias e algumas rezas medicinais.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
As ciganas poderiam ser chamadas de benzedeiras itinerantes. Quando passam pela cidade, além de ler a "buena dicha", depois de ter contado o futuro para as pessoas, sempre acham que a consulente precisa de um benzimento, pois "está com um mau-olhado, há algo atrapalhado em sua vida que a sua benzedura é o remédio salvador".
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
O papel do benzedor é muito mais restrito do que o do Curandeiro. Sua "profissão" não passa de rezar sôbre a cabeça do doente. Não receita remédios, apenas benze.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.