Quando tem função passiva, de defesa, proteção é amuleto, quando tem função ativa é talismã.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
Amuletos, como os santinhos bentos, figas, são objetos mágicos passivos, cuja finalidade é defender, proteger, guardar o seu protetor.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
Dentre os amuletos mais comuns podemos destacar quatro: medalha de santo (as preferidas são as provenientes do "Juàzeiro do Padrim Cirço"), figa (em geral de guiné), "sino-saimão" (estrêla, signo de Salomão) e meia-lua.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
Perguntamos se benziam as figas usando o mesmo processo, respondeu: "a figa já tem fôrça por si mesmo, não precisa benzer. Criança que usa figa, num pega quebranto. Eu vendo figa de ouro, de prata, de coral, de marfim, de osso, de vidro, de pedra, de madeira, mas nenhuma delas tem mais fôrça do que a que é feita de guiné. A que é feita de pau da jurema é também muito forte. O que é preciso é que ela seja feita no dia certo, senão ela terá fôrça igual à destas outras. A figa que é feita na sexta-feira tem fôrça mucha."
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.