No livro Medicina Rústica, do Alceu Maynard, a "Pingaterapia" refere-se às práticas de cura utilizando a cachaça (nome mais comum em Piaçabuçu, região estudada) ou pinga, enquanto "Pingafobia" refere-se às práticas para cura do vício da cachaça.
Além da própria preparação da cachaça, que inclui uso de plantas, também a Pingaterapia ou Pingafobia podem fazer uso de plantas, o que justifica sua inclusão neste vocabulário.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.
Na própria Pingaterapia são encontrados os remédios para curar o terrível vício da embriaguês, em cujo preparo há qualquer cousa de magia. O embriagado com três pingos de limão no ouvido despertará, mas para deixar o vício, eis algumas receitas: torra-se a moela de galinha prêta e dissolve-se na cachaça.
ARAÚJO, A. M. Medicina Rústica. 1a ed. São Paulo: Editora Nacional, 1961. Disponível em: http://brasilianadigital.com.br/obras/medicina-rustica.